Você sabia?

    13/10/17

              Nº 8

  • Facebook Social Icon
  • Instagram Social Icon

Saiba mais:

Desenvolvida em 1967, a escala de Hoehn & Yahr classifica a progressão da DP tomando como ponto de referência os sintomas motores. Compreende cinco estágios para classificar a severidade da DP abrangendo medidas globais de sinais e sintomas motores. A escala se destaca pelo alto grau de confiabilidade podendo ser utilizada também por fisioterapeutas para melhor avaliação do estado funcional do paciente. Dentre suas características destacam-se a praticidade e rapidez ao indicar o estado de funcionalidade motora do paciente.

Por: Wallesson Amaral.

Você sabia?

15/09/2017

              Nº 7

  • Facebook Social Icon
  • Instagram Social Icon

Saiba mais:

A Levodopa ou L-Dopa, utilizada desde 1967, ainda é o medicamento mais eficiente para amenizar os sintomas da Doença de Parkinson. Ao chegar no cérebro, ela se converte em dopamina, suprindo parcialmente a carência desse neurotransmissor. Todavia, a L-Dopa não possui efeito de redução ou parada do processo neurodegenerativo instalado, sendo apenas medicação de cunho sintomático. É recomendado, todavia, que o tratamento farmacológico seja utilizado em conjunto com outras terapias de estimulação, como a prática de atividades físicas.    

 

Por: Caio Bastos.               

Você sabia?

08/09/2017

              Nº 6

  • Facebook Social Icon
  • Instagram Social Icon

Saiba mais:

A discinesia é caracterizada por movimentos musculares involuntários, sendo um equívoco comum caracterizá-la como um sintoma da doença de Parkinson (DP). Na verdade, trata-se de um efeito adverso causado pela terapia de substituição da dopamina, pelo uso da levodopa. Apresenta incidência maior em pacientes com idade abaixo de 60 anos, podendo estar relacionada com idades de início mais precoces da DP que indicariam alterações mais significativas no sistema dopaminérgico. A discinesia aparece em pelo menos metade dos pacientes após o início do uso do fármaco e tende a agravar-se com a evolução da doença. É um dos fatores importantes para a prescrição de intervenção cirúrgica em pacientes em estágios mais avançados da doença.

Por: Wallesson Amaral

01/09/2017

              Nº 5

Você sabia?

  • Facebook Social Icon
  • Instagram Social Icon

Saiba mais:

A doença de Parkinson tem como característica principal a perda progressiva de neurônios produtores de dopamina, que é um dos componentes essenciais para a coordenação motora. Devido ao difícil diagnóstico em estágios iniciais da doença, os portadores, geralmente, apresentam os sintomas motores clássicos da doença em estágios mais avançados, onde estima-se que já tenha havido a perda de aproximadamente 60% desses neurônios.

 

Por: Victor Lourenço

        

Você sabia?

25/08/2017

              Nº 4

  • Facebook Social Icon
  • Instagram Social Icon

Saiba mais:

A Doença de Parkinson representa um grande desafio nas pesquisas em Neurociências. Ela figura como a segunda doença neurodegenerativa crônica mais comum no mundo, afetando atualmente mais de oito milhões de pessoas, um número maior que a soma de pacientes com diagnóstico de esclerose múltipla, distrofia muscular e esclerose lateral amiotrófica. Somente no continente americano, cerca de 180 mil pessoas são diagnosticadas com a DP a cada ano e este número não reflete os casos subnotificados ou não diagnosticados, dada a complexidade do processo diagnóstico da doença. Afeta cerca de uma em cada 100 pessoas acima dos sessenta anos de idade, e sua incidência aumenta dramaticamente a cada década de vida.

 

Por: Ana Zilah Martins Carneiro 

        

Você sabia?

18/08/2017

              Nº 3

  • Facebook Social Icon
  • Instagram Social Icon

Saiba mais:

As causas da Doença de Parkinson ainda são desconhecidas. Existem, portanto, evidências que apontam para uma multifatoriedade, ou seja, uma soma de fatores genéticos e ambientais envolvida para o surgimento/aparecimento da mesma. Por apresentar sintomas variados especialmente nas fases iniciais, o diagnóstico da DP é demorado, e requer uma avaliação clínica cuidadosa do histórico de sinais e sintomas apresentados pelo paciente. O diagnóstico e o acompanhamento devem ser realizados pelo médico neurologista. Apesar de não existirem exames que possam confirmar o diagnóstico da doença, é comum que o neurologista solicite exames complementares para melhor distingui-la de outras possíveis doenças neurológicas. Ademais, é válido ressaltar que os termos “Parkinsonismo” ou “Síndrome Parkinsoniana” referem-se ao conjunto de sintomas e sinais (bradicinesia ou acinesia, rigidez e instabilidade postural) que podem estar relacionados com a DP ou com outras doenças de etiologia conhecida, tais como: encefalite viral, lesões provocadas por venenos industriais, lesões no tronco cerebral, agentes químicos e algumas drogas.

 

Por: Inara Priscylla Rodrigues

        

08/08/2017

              Nº 2

Você sabia?

  • Facebook Social Icon
  • Instagram Social Icon

Saiba mais:

A doença de Parkinson (DP) é um distúrbio neurológico, progressivo e crônico resultante da degeneração de neurônios que produzem um neurotransmissor chamado DOPAMINA. Uma das principais regiões afetadas são os núcleos da base, que são responsáveis pelo controle de movimentos voluntários. Essas alterações levam ao aparecimento dos sintomas motores e não motores da doença. A causa da DP não é conhecida; entretanto, sabe-se que alguns fatores genéticos e ambientais podem contribuir para seu aparecimento. O envelhecimento, respostas autoimunes e disfunções mitocondriais também podem contribuir para o processo patológico. O tratamento é sintomático, com terapias medicamentosas e não medicamentosas. A administração de Levodopa é o principal e mais utilizado tratamento no controle dos sintomas da DP.

 

Por: Juliana dos Santos Duarte 

Você sabia?

18/07/2017

Você sabia?

  • Facebook Social Icon
  • Instagram Social Icon

Saiba mais:
A Doença de Parkinson é extensamente conhecida por seus sintomas motores, que consistem principalmente em tremores, lentidão dos movimentos voluntários, distúrbios na marcha e no equilíbrio, instabilidade postural, rigidez e apatia facial. Estes sinais e sintomas ocorrem devido à redução de dopamina no encéfalo e podem ser controlados por meio da medicação específica para a estabilidade deste neurotransmissor. Além da prática de exercícios físicos, é essencial queo paciente portador da Doença de Parkinson consulte o neurologista para o controle da doença. Fora os clássicos sintomas motores, a DP também apresenta um conjunto de manifestações não motoras que afetam diretamente a qualidade de vida do indivíduo. Alguns desses sintomas são: depressão, apatia, ansiedade, fadiga, dificuldade para dormir ou para manter-se acordado, déficit de atenção, problemas urinários e gastrointestinais. Em muitos outros caso essa fase da DP começa antes mesmo da aparição dos sintomas motores, porém, é facilmente confundida com outras doenças.

Por: Karolyne Nascimento Romeiro

        Bárbara Vieira Dias

© 2017 by Parkinson Group.